Código
medidas <- c(96, 89, 89, 85, 43.5, 118.5, 115, 91, 79, 89, 73, 85, 119, 97.5, 102, 90, 88, 100, 91, 86.5, 70, 91, 80, 78, 86.5, 68, 25, 79, 107, 67, 52.5, 81, 109, 83, 74, 89, 82.5, 81, 70)
dados <- 2.5 + medidasEstatística e Probabilidade
Prof. Ben Dêivide (DEFIM/CAP/UFSJ)
Este relatório apresenta os resultados do lançamento de projéteis com uma catapulta, focando na coleta e análise de dados experimentais. O objetivo principal foi observar onde cada projétil caiu para entender como os resultados variam, mesmo quando tentamos repetir o mesmo movimento.
O foco deste trabalho é a aplicação das medidas de dispersão. Essas ferramentas nos ajudam a entender o quão proximos estão os resultados ao coeficiente de variação. Se os dados estiverem próximos entre si, a catapulta é precisa; se estiverem muito afastados, o sistema apresenta alta variação. Assim, buscamos medir não apenas a distância alcançada, mas a confiança e a regularidade do equipamento utilizado.
conceitos principais:
Indica a distância total entre o tiro mais curto e o tiro mais longo.
\[ A = x_{\max} - x_{\min} \]
A variância mede o “erro” médio quadrático em relação à média. Ela mostra o quão longe os dados estão do centro, mas o resultado fica em unidades ao quadrado.
\[ \text{Variância Amostral}=s^2 = \frac{1}{n-1}\sum_{i=1}^{n}(x_i - \bar{x})^2 \]
É a medida mais usada porque está na mesma unidade dos seus dados (ex: metros). Ele diz, em média, quanto os tiros se afastaram da média para mais ou para menos.
\[ \text{Desvio padrão}= s = \sqrt{\frac{1}{n-1}\sum_{i=1}^{n}(x_i - \bar{x})^2} \]
Serve para dizer, em porcentagem, o quanto a sua catapulta é instável.
\[ CV = \frac{s}{\bar{x}} \times 100\% \]
Diferente do desvio padrão , o Erro Padrão mede a incerteza da sua média.
\[ EPM = \frac{s}{\sqrt{n}} \]
usado como referencia para criação das formulas no codigo Dêivide (2024) usado como referencia para conhecimento das formulas BATISTA (2024)
A coleta de dados consistiu na execução de lançamentos experimentais com uma catapulta para fins de análise estatística de dispersão. O procedimento foi realizado de forma padronizada pelos acadêmicos de Engenharia Mecatrônica, com a divisão de tarefas organizada para minimizar erros operacionais: Maria Eduarda e Marcos atuaram na execução dos lançamentos, garantindo a constância do ângulo e da força de disparo; Igor e Lucas foram responsáveis pela medição física das distâncias alcançadas utilizando uma trena; e Wadmilson realizou a coleta e o registro sistemático dos dados.
DADOS COLETADOS: 2,5 + 96; 2,5 + 89; 2,5 + 89; 2,5 + 85; 2,5 + 43,5; 2,5 + 118,5; 2,5 + 115; 2,5 + 91; 2,5 + 79; 2,5 + 89; 2,5 + 73; 2,5 + 85; 2,5 + 119; 2,5 + 97,5; 2,5 + 102; 2,5 + 90; 2,5 + 88; 2,5 + 100; 2,5 + 91; 2,5 + 86,5; 2,5 + 70; 2,5 + 91; 2,5 + 80; 2,5 + 78; 2,5 + 86,5; 2,5 + 68; 2,5 + 25; 2,5 + 79; 2,5 + 107; 2,5 + 67; 2,5 + 52,5; 2,5 + 81; 2,5 + 109; 2,5 + 83; 2,5 + 74; 2,5 + 89; 2,5 + 82,5; 2,5 + 81; 2,5 + 70; 2,5 + 90; 2,5 + 88; 2,5 + 100; 2,5 + 91; 2,5 + 86,5; 2,5 + 70; 2,5 + 91; 2,5 + 80; 2,5 + 78; 2,5 + 86,5; 2,5 + 68; 2,5 + 25; 2,5 + 79; 2,5 + 107; 2,5 + 67; 2,5 + 52,5; 2,5 + 81; 2,5 + 109; 2,5 + 83; 2,5 + 74; 2,5 + 89; 2,5 + 82,5; 2,5 + 81; 2,5 + 70; —
Os dados obtidos após os 40 lançamentos, ajustados com a constante de 2,5 unidades, revelaram uma média de alcance de 88,41. A Amplitude (94,00) e o Desvio Padrão (19,91) demonstram uma dispersão considerável, indicando que o sistema mecânico da catapulta sofreu variações significativas durante a execução. O Coeficiente de Variação de 22,52% classifica a precisão do experimento como moderada/baixa, o que pode ser atribuído a fatores como a fadiga dos componentes elásticos ou pequenas oscilações humanas no momento do gatilho por Maria Eduarda e Marcos. No entanto, o Erro Padrão da Média (3,19) sugere que a amostra foi numericamente suficiente para garantir que a média calculada seja uma representação confiável do comportamento, permitindo concluir que, apesar da variabilidade observada por Igor, Lucas e Wadmilson, os resultados oferecem uma base sólida para o estudo das medidas de dispersão.
codigo para definir os dados como variavel
medidas <- c(96, 89, 89, 85, 43.5, 118.5, 115, 91, 79, 89, 73, 85, 119, 97.5, 102, 90, 88, 100, 91, 86.5, 70, 91, 80, 78, 86.5, 68, 25, 79, 107, 67, 52.5, 81, 109, 83, 74, 89, 82.5, 81, 70)
dados <- 2.5 + medidasAmplitude
diff(range(dados))[1] 94
Variância Amostral
var(dados)[1] 345.5094
Desvio Padrão
sd(dados)[1] 18.58788
Erro Padrão da Média
sd(dados) / sqrt(length(dados))[1] 2.976444
Coeficiente de Variação
(sd(dados) / mean(dados)) * 100[1] 21.33395
usado como referencia para a criacão do codigo o livro Batista e Oliveira (2022)
O experimento de lançamento com a catapulta permitiu aplicar, de forma prática, os conceitos de estatística fundamentais para a formação em Engenharia Mecatrônica. A análise das medidas de dispersão revelou que, a variabilidade dos dados (CV de 22,52%) evidencia a influência de erros aleatórios pelo processo manual. Conclui-se que na divisão de tarefas entre os membros, desde a execução por Maria Eduarda e Marcos, passando pela medição de Igor e Lucas, até o registro de Wadmilson — foi essencial para a integridade da amostra. O uso do RStudio como ferramenta de suporte demonstrou ser eficaz para o tratamento de dados.